domingo, 29 de novembro de 2009

Eliahu Hanavi e a Tefilá
Rabi Iossi contou: “Certa vez eu estava caminhando pela estrada e entrei em uma das ruínas de Jerusalém para rezar. Veio Eliahu zachur latov (o profeta Elias, lembrado para o bem), protegeu-me à entrada e me esperou até eu terminar a minha tefilá. Assim que terminei a reza ele me cumprimentou: “Seja bem vindo, Rabi (meu mestre)!”
“Sou muito grato e desejo o mesmo, Rabi e Mori (meu mestre e orientador)!”
“Para que você entrou nesta ruína?”
“Para rezar”, respondi.
“Você poderia ter rezado no caminho.”
“Mas no caminho eu seria interrompido pelos demais viajantes.”
“Você poderia ter feito uma reza mais curta.”
Na mesma hora aprendi dele três coisas:
1) aprendi que não se entra em um ruína (para rezar);
2) aprendi que pode se rezar durante a viagem; e
3) aprendi que durante a viagem posso rezar uma tefilá mais curta.
(Talmud Bavli, Tratado Brachot 3a - trad.: Uri Lam)

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