Ele voltou, tamo feliz! MC Sapinho canta o retorno de Guilad Shalit
kol hakavod, MC Sapinho! Conhecido da galera que vem passear em Israel, principalmente em Tel Aviv, conhecido por sua "Jerusalém, a melhor noite que tem".
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Declaração da WUPJ (World Union for Progressive Judaism) sobre a libertação de Guilad Shalit
A World Union fro Progressive Judaism, que representa 1,8 milhão de judeus em todo o mundo, está extremamente feliz em dar as boas vindas a Guilad Shalit de volta para casa, para Israel e para sua família.
Após cinco anos de cativeiro, o pesadelo finalmente passou e a WUPJ deseja a Guilad Shalit e à sua família e amigos uma passagem tranquila de volta à normalidade.
Muitos países e muita gente esteve envolvida nas negociações que levaram à libertação de Shalit e que, nesse espírito de cooperação, possamos rezar para que seja gerada a boa vontade na direção de uma futura estabilidade na região.
Neste tempo de alegria, no entanto, devemos fazer uma pausa para refletir sobre o enorme preço que Israel pagou para obter a libertação de Guilad Shalit. Nossos pensamentos se voltam para as famílias das vítimas de alguns dos terroristas que foram soltos nesta troca de prisioneiros. A WUPJ entende suas dúvidas, mas esperamos que este gesto simbólico possa superar seus medos e preocupações.
Que nós possamos ver, neste novo ano judaico de 5772, esperança e recomeço.
Rabino Stephen Lewis Fuchs
Presidente da World Union for Progressive Judaism
Michael Grabiner
Chair da World Union for Progressive Judaism
Somado a esta declaração, o rabino Stephen Fuchs juntou-se à declaração feita por líderes da Comunidade Judaica Reformista Norte Americana:
Every bee that brings the honey
Needs a sting to be complete
And we all must learn to taste the bitter with the sweet.
Cada abelha que traz o mel
Precisa de uma picada para ser completa
E devemos todos aprender a sentir o amargo com o doce.
Estas palavras da cantora israelense Naomi Shemer expressam nossas emoções hoje após a libertação de Guilad Shalit. Nós sempre devemos manter junto a nós com carinho aqueles cujas vidas foram prematuramente interrompidas por aqueles que foram libertados da prisão neste mesmo dia em que nos alegramos com a família Shalit, com Israel e com o Povo Judeu pelo retorno de Guilad.
Rabino Eric Yoffie
Presidente da URJ (Union for Reform Judaism)
Rabino David Ellenson
Presidente do HUC-JIR (Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion)
Rabino Steven Fox
Chefe Executivo da CCAR (Central Conference of American Rabbis)
Rabino Daniel Allen
Diretor Executivo da ARZA (Association of Reform Zionists of America)
Rabino Stephen Lewis Fuchs
Presidente da WUPJ (World Union for Progressive Judaism)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
DECLARAÇÃO POR ISRAEL E PELA PAZ
As comunidades judaicas da América Latina, representadas pelo Congresso Judaico Latino-americano, expressam seu pesar ante a violência e perda de vidas ocasionadas durante a ação do exército israelense no dia 31 de maio de 2010, através da qual teve que assumir o controle de um barco que se dirigia ilegalmente a Gaza.
Lamentamos que os organizadores desta ação política tenham se negado a utilizar os canais existentes para a entrega de ajuda humanitária na faixa de Gaza, tal como o fazem regularmente organizações como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e as Nações Unidas. Isto mostra que a operação não tinha uma finalidade "humanitária", senão que buscava apoiar a organização terrorista Hamas, que nega a paz e o direito à existência do Estado de Israel. Como ficou evidenciado, muitos dos tripulantes destes barcos não eram pacifistas, mas provocadores e extremistas.É preocupante que grande parte da cobertura mediática internacional tenha omitido o contexto geral do conflito Palestino-Israelense, que serviu de marco de repercussão para este incidente. Consideramos fundamental que as partes deste conflito reconheçam o mútuo direito à sua existência como estados soberanos, vivendo em paz e segurança, um ao lado do outro. Nos encoraja uma visão de dois estados – um judeu e outro palestino – vivendo em paz e segurança, prosperando e iluminando o mundo com a contribuição de suas culturas. Contudo, ainda há quem acredite na solução de um estado no lugar do outro, convocando à aniquilação do Estado de Israel. Esta é a posição do grupo terrorista Hamas e de países como a República Islâmica do Irã, que apóiam e financiam o terrorismo.
O povo judeu se caracteriza por seu pluralismo e diversidade. Porém, em nossas comunidades impera um denominador comum: o apoio ao Estado de Israel. É inaceitável que, com o pretexto de criticar ações de seu governo, se questione sua legitimidade e direito à existência. É igualmente preocupante que sob a fachada do anti-israelismo se mascare una nova forma do velho antissemitismo.
A história de nossa região tem provado que a convivência entre judeus e árabes é possível. Desejamos compartilhar com o mundo esta mensagem, e não importar para a nossa região um conflito que é alheio. Imploramos para que os governos de nossos países participem na criação de condições para o diálogo, repudiando a condenação automática que não contribui para o entendimento entre as partes, e só fortalece os violentos que instigam ou desenvolvem as ações como esta que hoje lamentamos.
Congreso Judío Latinoamericano | Congresso Judaico Latino Americano | Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas | Asociación Mutual Israelita Argentina | Círculo Israelita de La Paz – Bolivia | Confederação Israelita do Brasil | Comunidad Judía de Chile | Confederación de Comunidades Judías de Colombia | Centro Israelita Sionista de Costa Rica | Congregación B'nei Israel de Costa Rica | Comunidad Judía del Ecuador | Comunidad Israelita de El Salvador | Comunidad Judía de Guatemala | Comunidad Judía de Honduras | Comité Central de la Comunidad Judía de México | Congregación Israelita de Nicaragua | Congreso Judío Panameño | Consejo Central Comunitario Hebreo de Panamá | Comité Representativo Israelita del Paraguay | Asociación Judía del Perú | Comité Central Israelita del Uruguay | Confederación de Asociaciones Israelitas de Venezuela | Federación Sefaradí Latinoamericano | Confederación Latinoamericana Maccabi | WIZO – Latinoamérica | Na’amat | Consejo Internacional de Mujeres Judías | COSLA - Confederación Sionista Latinoamericana.
As comunidades judaicas da América Latina, representadas pelo Congresso Judaico Latino-americano, expressam seu pesar ante a violência e perda de vidas ocasionadas durante a ação do exército israelense no dia 31 de maio de 2010, através da qual teve que assumir o controle de um barco que se dirigia ilegalmente a Gaza.
Lamentamos que os organizadores desta ação política tenham se negado a utilizar os canais existentes para a entrega de ajuda humanitária na faixa de Gaza, tal como o fazem regularmente organizações como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e as Nações Unidas. Isto mostra que a operação não tinha uma finalidade "humanitária", senão que buscava apoiar a organização terrorista Hamas, que nega a paz e o direito à existência do Estado de Israel. Como ficou evidenciado, muitos dos tripulantes destes barcos não eram pacifistas, mas provocadores e extremistas.É preocupante que grande parte da cobertura mediática internacional tenha omitido o contexto geral do conflito Palestino-Israelense, que serviu de marco de repercussão para este incidente. Consideramos fundamental que as partes deste conflito reconheçam o mútuo direito à sua existência como estados soberanos, vivendo em paz e segurança, um ao lado do outro. Nos encoraja uma visão de dois estados – um judeu e outro palestino – vivendo em paz e segurança, prosperando e iluminando o mundo com a contribuição de suas culturas. Contudo, ainda há quem acredite na solução de um estado no lugar do outro, convocando à aniquilação do Estado de Israel. Esta é a posição do grupo terrorista Hamas e de países como a República Islâmica do Irã, que apóiam e financiam o terrorismo.
O povo judeu se caracteriza por seu pluralismo e diversidade. Porém, em nossas comunidades impera um denominador comum: o apoio ao Estado de Israel. É inaceitável que, com o pretexto de criticar ações de seu governo, se questione sua legitimidade e direito à existência. É igualmente preocupante que sob a fachada do anti-israelismo se mascare una nova forma do velho antissemitismo.
A história de nossa região tem provado que a convivência entre judeus e árabes é possível. Desejamos compartilhar com o mundo esta mensagem, e não importar para a nossa região um conflito que é alheio. Imploramos para que os governos de nossos países participem na criação de condições para o diálogo, repudiando a condenação automática que não contribui para o entendimento entre as partes, e só fortalece os violentos que instigam ou desenvolvem as ações como esta que hoje lamentamos.
Congreso Judío Latinoamericano | Congresso Judaico Latino Americano | Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas | Asociación Mutual Israelita Argentina | Círculo Israelita de La Paz – Bolivia | Confederação Israelita do Brasil | Comunidad Judía de Chile | Confederación de Comunidades Judías de Colombia | Centro Israelita Sionista de Costa Rica | Congregación B'nei Israel de Costa Rica | Comunidad Judía del Ecuador | Comunidad Israelita de El Salvador | Comunidad Judía de Guatemala | Comunidad Judía de Honduras | Comité Central de la Comunidad Judía de México | Congregación Israelita de Nicaragua | Congreso Judío Panameño | Consejo Central Comunitario Hebreo de Panamá | Comité Representativo Israelita del Paraguay | Asociación Judía del Perú | Comité Central Israelita del Uruguay | Confederación de Asociaciones Israelitas de Venezuela | Federación Sefaradí Latinoamericano | Confederación Latinoamericana Maccabi | WIZO – Latinoamérica | Na’amat | Consejo Internacional de Mujeres Judías | COSLA - Confederación Sionista Latinoamericana.
Tommy Sands, A Voz da Razão, canta pela paz em Israel
Nestes tempos em que se dizer pacifista muitas vezes se tornou sinônimo do seu oposto, é reconfortante ver que ainda existem vozes que nos chamam à razão. Pacifistas que agem como pacifistas, que fazem da sua música, da sua arte, uma voz pela paz.
Tommy Sands tem muita experiência em conflitos. O cantor de Folk, de 64 anos, tornou-se conhecido como A Voz da Razão durante as sangrentas batalhas entre protestantes e católicos na Irlanda do Norte.
O cantor e compositor compôs a canção “Shores of Gaza”, canção escolhida para ser o tema do navio Rachel Corrie, que partiu da Irlanda no mês passado como parte da Flotilha de Gaza. provavelmente uma boa parte de todos os que viajaram realmente eram pacifistas, no sentido original do termo, e desejavam fazer algo pela paz.
Sua canção diz assim:
We are sailing away, with hope in our soul, Sailing to say, “You are not alone.”
Sailing today, “Salam, Shalom,”, For peace on the shores of Gaza.
[Hoje estamos navegando com esperança na alma, navegando para dizer "Vocês não estão sós". Viajando hoje, "Salam, Shalom", pela paz nas praias de Gaza.]
Sands chegou a Israel esta semana para duas semanas de shows por todo o país: em Jerusalém, Tel Aviv, Zichron Yaacov, Meitar e Shorashim, bem como em Belém, Ramala e Nablus. Ele explicou que sua música é de paz e que o navio que veio da Irlanda com muitos de seus amigos a bordo era de fato humanitário, ao contrário dos propósitos do Mavi Marmara, onde um grupo linchou soldados israelenses com barras de ferro, facas e canivetes e tentou sequestrar alguns deles, causando o confronto que levou à morte de nove pessoas e feridos médios e graves de ambos os lados. “A canção fala de paz e inclui as palavras 'salam' e 'shalom’ (paz, em árabe e em hebraico). Eu não tomo partido de um dos lados. Minha canção é uma canção pela paz, não apenas para os palestinos, mas também para os israelenses”, declarou Sands no dia do seu primeiro show em Belém, na segunda-feira passada.
Ele ainda afirmou: "Na Irlanda costumamos dizer que para cada problema há uma solução. Mas, agora, talvez nós tenhamos alguma experiência que poderá contribuir para pôr fim aos problemas na sua região". O cantor folk acrescentou que sofreu seguidas pressões para cancelar sua visita, mas que veio porque sua intenção é cantar pela paz. “Diziam-me que era perigoso para ativistas pacifistas ir para Israel – que ativistas estavam sendo mortos. Respondi que existem muitos ativistas pacifistas em Israel, que eles são ótimos e é com eles que queremos demonstrar solidariedade”.
Tommy Sands tem muita experiência em conflitos. O cantor de Folk, de 64 anos, tornou-se conhecido como A Voz da Razão durante as sangrentas batalhas entre protestantes e católicos na Irlanda do Norte.
O cantor e compositor compôs a canção “Shores of Gaza”, canção escolhida para ser o tema do navio Rachel Corrie, que partiu da Irlanda no mês passado como parte da Flotilha de Gaza. provavelmente uma boa parte de todos os que viajaram realmente eram pacifistas, no sentido original do termo, e desejavam fazer algo pela paz.
Sua canção diz assim:
We are sailing away, with hope in our soul, Sailing to say, “You are not alone.”
Sailing today, “Salam, Shalom,”, For peace on the shores of Gaza.
[Hoje estamos navegando com esperança na alma, navegando para dizer "Vocês não estão sós". Viajando hoje, "Salam, Shalom", pela paz nas praias de Gaza.]
Sands chegou a Israel esta semana para duas semanas de shows por todo o país: em Jerusalém, Tel Aviv, Zichron Yaacov, Meitar e Shorashim, bem como em Belém, Ramala e Nablus. Ele explicou que sua música é de paz e que o navio que veio da Irlanda com muitos de seus amigos a bordo era de fato humanitário, ao contrário dos propósitos do Mavi Marmara, onde um grupo linchou soldados israelenses com barras de ferro, facas e canivetes e tentou sequestrar alguns deles, causando o confronto que levou à morte de nove pessoas e feridos médios e graves de ambos os lados. “A canção fala de paz e inclui as palavras 'salam' e 'shalom’ (paz, em árabe e em hebraico). Eu não tomo partido de um dos lados. Minha canção é uma canção pela paz, não apenas para os palestinos, mas também para os israelenses”, declarou Sands no dia do seu primeiro show em Belém, na segunda-feira passada.
Ele ainda afirmou: "Na Irlanda costumamos dizer que para cada problema há uma solução. Mas, agora, talvez nós tenhamos alguma experiência que poderá contribuir para pôr fim aos problemas na sua região". O cantor folk acrescentou que sofreu seguidas pressões para cancelar sua visita, mas que veio porque sua intenção é cantar pela paz. “Diziam-me que era perigoso para ativistas pacifistas ir para Israel – que ativistas estavam sendo mortos. Respondi que existem muitos ativistas pacifistas em Israel, que eles são ótimos e é com eles que queremos demonstrar solidariedade”.
Que logo possamos ter paz nas praias de Gaza, que são as mesmas do litoral de Israel. Que possamos logo ter também paz nas praias de Zikim (ao lado de Gaza), de Ashdod, de Ashkelon, de Tel Aviv, de Natania, de Haifa... praias para onde, no ano passado, foram enviados de Gaza mais de duas dezenas de pacotes cheios de bombas prestes a explodir, que poderiam ter matado dezenas de civis inocentes. Praias onde, me recordo bem, em 1990 cerca de 10 lanchas levavam dezenas de terroristas com o intuito de matarem quantas pessoas encontrassem pela frente.
Que a voz de Sands, e dos verdadeiros pacifistas, seja ouvida. Que ser 'de esquerda' volte a significar o impulso para fazer a paz sem violência, sem discursos vazios e mentirosos, em defesa, de verdade, dos direitos humanos, de poder viver sem medo, de poder se viver sem que um doido ameace dia sim, dia também, explodir o lugar onde você vive e te jogar no mar.
Se a voz de Sands for escutada, os israelenses serão os primeiros a colocar o muro que separa Israel dos territórios palestinos abaixo, muro construído com o único intuito de prevenir os ataques dos famigerados homens-bomba que tantas mortes causaram em discotecas, ônibus e restaurantes em Israel. Sem homens-bomba, sem mísseis kassam, sem muros.
Então poderemos cantar Shalom Aleinu, Saalam Aleikum, tudo junto.
Que a voz de Sands, e dos verdadeiros pacifistas, seja ouvida. Que ser 'de esquerda' volte a significar o impulso para fazer a paz sem violência, sem discursos vazios e mentirosos, em defesa, de verdade, dos direitos humanos, de poder viver sem medo, de poder se viver sem que um doido ameace dia sim, dia também, explodir o lugar onde você vive e te jogar no mar.
Se a voz de Sands for escutada, os israelenses serão os primeiros a colocar o muro que separa Israel dos territórios palestinos abaixo, muro construído com o único intuito de prevenir os ataques dos famigerados homens-bomba que tantas mortes causaram em discotecas, ônibus e restaurantes em Israel. Sem homens-bomba, sem mísseis kassam, sem muros.
Então poderemos cantar Shalom Aleinu, Saalam Aleikum, tudo junto.
domingo, 6 de junho de 2010
Ana Luiza, a médica brasileira no Exército de Israel e a Flotilha
recebi na última sexta-feira um e-mail da amiga Ana Luiza Tapia, um doce de pessoa que fez aliá há cerca de 2,5 anos e atualmente está servindo no exército, na área médica. Ela conta com suas palavras um pouco do que se passou por lá, na semana passada, quando um dos seis barcos, recebeu os soldados israelenses a cacetete, canivete, e vontade de matar um por um - algo realmente pacífico. Ana Luiza viu tudo. Ana é uma pessoa doce, dedicada aos amigos, séria em seu trabalho, e que faz o que pode para ajudar quem seja - e sou prova pessoal disso. Ana é pacifista no sentido original do termo: pessoa que deseja a paz e luta pela paz. Repasso exatamente como recebi, sem mexer em nada, e com autorização da própria Ana Luiza.
Que tenhamos todos uma semana de paz,
Uri Lam
------------------------------
Oi a todos!
Primeiro quero agradecer a todos os e-mails preocupados. Eu estou bem, ótima. Eu peço desculpas por não escrever mais frequentemente, mas no exército é assim. Não temos tempo para nada. Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos.
EU ESTAVA LÁ! NINGUÉM ME CONTOU. NÃO LI NO JORNAL. NÃO VI FOTOS NA INTERNET OU VÍDEOS NO YOUTUBE. VI TUDO COMO FOI MESMO, AO VIVO E COM MUITAS CORES.
Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
4:30h da manhã de segunda-feira: meu telefone do exército começa a tocar. Possíveis conflito em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do exército (até para entender o tamanho da situação).
O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que TODOS os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo NOSSO exército a Gaza. Isso porque AINDA HOJE, cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza.
ESSA FOI UMA ATITUDE EXTREMAMENTE PACIFISTA DO NOSSO EXÉRCITO, EM RESPEITO AOS CIVIS QUE ESTAVAM NO NAVIO. E, SE NÃO HÁ ARMAMENTO NO NAVIO, QUAL É O PROBLEMA DE QUE ELE SEJA INSPECIONADO?
Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E FORAM GRATUITAMENTE ATACADOS: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram ATENDIDOS E RESGATADOS POR NÓS, EU E MINHA EQUIPE E ENVIADOS PARA OS MELHORES HOSPITAIS EM ISRAEL.
Entre nós, 9 feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e 6 tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo MÉDICO em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. ALÉM DE AGRESSORES, SÃO TAMBÉM INGRATOS.
Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. LOTADO DE ARMAS BRANCAS E MATERIAL PARA CONFECÇÃO DE BOMBAS CASEIRAS. ONDE É QUE ESTÁ O PACIFISMO DA ONU???
Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. MAS JAMAIS VAMOS PERMITIR QUE MATEM OS NOSSOS SOLDADOS.
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? ELES NÃO ENTENDEM QUE FORAM USADOS COMO FERRAMENTA CONTRA ISRAEL, E QUE A INTENÇÃO NUNCA FOI ENVIAR AJUDA A GAZA E SIM GERAR POLÊMICA E CRIAR AINDA MAIS OPOSIÇÃO INTERNACIONAL.
E CONTINUAM SEM ENTENDER QUE DAR FORÇA AO TERRORISMO DO HAMAS, DO HEZBOLLAH OU DO IRÃ SÓ SIGNIFICA MAIS PERIGO. NÃO SÓ A ISRAEL, MAS AO MUNDO TODO.
E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E QUE O BRASIL JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS SEM RESOLVER. TEM MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA. TEM MUITO MAIS GENTE MORRENDO VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA NO RIO DO QUE MORTOS NAS GUERRAS DAQUI. E PASSAR A CUIDAR DOS PROBLEMAS DAÍ. DOS DAQUI, CUIDAMOS NÓS.
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente destorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.
Um beijo a todos
Shabat Shalom
Ana
recebi na última sexta-feira um e-mail da amiga Ana Luiza Tapia, um doce de pessoa que fez aliá há cerca de 2,5 anos e atualmente está servindo no exército, na área médica. Ela conta com suas palavras um pouco do que se passou por lá, na semana passada, quando um dos seis barcos, recebeu os soldados israelenses a cacetete, canivete, e vontade de matar um por um - algo realmente pacífico. Ana Luiza viu tudo. Ana é uma pessoa doce, dedicada aos amigos, séria em seu trabalho, e que faz o que pode para ajudar quem seja - e sou prova pessoal disso. Ana é pacifista no sentido original do termo: pessoa que deseja a paz e luta pela paz. Repasso exatamente como recebi, sem mexer em nada, e com autorização da própria Ana Luiza.
Que tenhamos todos uma semana de paz,
Uri Lam
------------------------------
Oi a todos!
Primeiro quero agradecer a todos os e-mails preocupados. Eu estou bem, ótima. Eu peço desculpas por não escrever mais frequentemente, mas no exército é assim. Não temos tempo para nada. Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos.
EU ESTAVA LÁ! NINGUÉM ME CONTOU. NÃO LI NO JORNAL. NÃO VI FOTOS NA INTERNET OU VÍDEOS NO YOUTUBE. VI TUDO COMO FOI MESMO, AO VIVO E COM MUITAS CORES.
Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
4:30h da manhã de segunda-feira: meu telefone do exército começa a tocar. Possíveis conflito em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do exército (até para entender o tamanho da situação).
O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que TODOS os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo NOSSO exército a Gaza. Isso porque AINDA HOJE, cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza.
ESSA FOI UMA ATITUDE EXTREMAMENTE PACIFISTA DO NOSSO EXÉRCITO, EM RESPEITO AOS CIVIS QUE ESTAVAM NO NAVIO. E, SE NÃO HÁ ARMAMENTO NO NAVIO, QUAL É O PROBLEMA DE QUE ELE SEJA INSPECIONADO?
Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E FORAM GRATUITAMENTE ATACADOS: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram ATENDIDOS E RESGATADOS POR NÓS, EU E MINHA EQUIPE E ENVIADOS PARA OS MELHORES HOSPITAIS EM ISRAEL.
Entre nós, 9 feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e 6 tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo MÉDICO em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. ALÉM DE AGRESSORES, SÃO TAMBÉM INGRATOS.
Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. LOTADO DE ARMAS BRANCAS E MATERIAL PARA CONFECÇÃO DE BOMBAS CASEIRAS. ONDE É QUE ESTÁ O PACIFISMO DA ONU???
Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. MAS JAMAIS VAMOS PERMITIR QUE MATEM OS NOSSOS SOLDADOS.
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? ELES NÃO ENTENDEM QUE FORAM USADOS COMO FERRAMENTA CONTRA ISRAEL, E QUE A INTENÇÃO NUNCA FOI ENVIAR AJUDA A GAZA E SIM GERAR POLÊMICA E CRIAR AINDA MAIS OPOSIÇÃO INTERNACIONAL.
E CONTINUAM SEM ENTENDER QUE DAR FORÇA AO TERRORISMO DO HAMAS, DO HEZBOLLAH OU DO IRÃ SÓ SIGNIFICA MAIS PERIGO. NÃO SÓ A ISRAEL, MAS AO MUNDO TODO.
E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E QUE O BRASIL JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS SEM RESOLVER. TEM MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA. TEM MUITO MAIS GENTE MORRENDO VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA NO RIO DO QUE MORTOS NAS GUERRAS DAQUI. E PASSAR A CUIDAR DOS PROBLEMAS DAÍ. DOS DAQUI, CUIDAMOS NÓS.
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente destorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.
Um beijo a todos
Shabat Shalom
Ana
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
We are the World 2: Cale a boca e volte para Auschwitz
"Esta é a Marinha Israelense, vocês estão se aproximando de um área sob bloqueio naval."
"Cale a boca e volte para Auschwitz".
"Nós temos permissão da Autoridade do Porto de Gaza para entrar."
"Estamos ajudando os árabes a irem contra os Estados Unidos, não se esqueçam do 11 de setembro, caras".
"Esta é a Marinha Israelense, vocês estão se aproximando de um área sob bloqueio naval."
"Cale a boca e volte para Auschwitz".
"Nós temos permissão da Autoridade do Porto de Gaza para entrar."
"Estamos ajudando os árabes a irem contra os Estados Unidos, não se esqueçam do 11 de setembro, caras".
terça-feira, 1 de junho de 2010
Viagem de ajuda humanitária, pacífica... pacífica?
O comandante da flotila (as seis embarcações que pretendiam chegar a Gaza) afirmou na 6a feira passada, na TV palestina:
"Não permitiremos que os sionistas se aproximem de nós, e usaremos de resistência diante deles."
"Como eles empreenderão a resistência?"
"Eles resistirão com as unhas das mãos, eles são gente que busca o martírio por Alá, tanto quanto querem chegar a Gaza, mas o primeiro [o martírio] é mais desejável."
O comandante da flotila (as seis embarcações que pretendiam chegar a Gaza) afirmou na 6a feira passada, na TV palestina:
"Não permitiremos que os sionistas se aproximem de nós, e usaremos de resistência diante deles."
"Como eles empreenderão a resistência?"
"Eles resistirão com as unhas das mãos, eles são gente que busca o martírio por Alá, tanto quanto querem chegar a Gaza, mas o primeiro [o martírio] é mais desejável."
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O Hamas tinha razão
Na semana passada os líderes terroristas do Hamas disseram que se os barcos que partiram para a praia de gaza conseguissem chegar, seria uma vitória, e se nao conseguissem, seria uma vitória do mesmo jeito. Infelizmente ele tinha razão. Com a morte de pelo menos 10 pessoas no confronto com a marinha israelense, que cumpriu o prometido e buscou impedir a entrada dos barcos em Gaza, vence o cinismo. Nada melhor do que vítimas para o Hamas inverter o espelho e mostrar Israel como desumano e terrorista.
Eles sabiam, eles tinham razao. O Hamas colocou Israel numa sinuca de bico. Se chegassem a Gaza, venciam. se não chegassem e, em consequência disso morresse gente - e não venha se dizer que eram mulheres, velhinhos e crianças, porque nao eram. Eram ativistas políticos identificados com algumas lideranças terroristas, alguns conhecidos como gente que provocou atentados no passado e matou gente, era gente que sabia o que estava fazendo, eram adultos, gente que sabia do risco que estava correndo. Um risco alto. se alguém achou que era uma brincadeira, descobriu que não, ninguém está brincando. Nem o Hamas, nem Israel.
Por que nao aceitar que a ajuda humanitária passasse por verificaçao em Ashdod? Ou alguem acha que Israel nao suspeita de bombas em meio a cadeiras de rodas, alimentos e etc.? Se nao havia nada de armamentos lá, por que nao passar por uma verificaçao, como se faz, aliás, sempre que se cruzam fronteiras, nos aeroportos, portos e fronteiras terrestres no mundo inteiro. Cruzaram fronteiras? Mostrem que estao cruzando de boa fé.
Mas o intuito nao era ajudar Gaza. O intuito era demonizar Israel. Conseguiram, a custa de vidas. Mas eu não diria vidas inocentes. Crianças... ei, você colocaria seu filho num tour hoje para Gaza? de jeito nenhum. adultos assumem seus riscos, mas colocar crianças nisso seria irresponsabilidade demais.
Seja como for, isso é lamentável, chocante, e levará a mais ódio e mais morte. Exatamente o que o Hamas queria.
Na semana passada os líderes terroristas do Hamas disseram que se os barcos que partiram para a praia de gaza conseguissem chegar, seria uma vitória, e se nao conseguissem, seria uma vitória do mesmo jeito. Infelizmente ele tinha razão. Com a morte de pelo menos 10 pessoas no confronto com a marinha israelense, que cumpriu o prometido e buscou impedir a entrada dos barcos em Gaza, vence o cinismo. Nada melhor do que vítimas para o Hamas inverter o espelho e mostrar Israel como desumano e terrorista.
Eles sabiam, eles tinham razao. O Hamas colocou Israel numa sinuca de bico. Se chegassem a Gaza, venciam. se não chegassem e, em consequência disso morresse gente - e não venha se dizer que eram mulheres, velhinhos e crianças, porque nao eram. Eram ativistas políticos identificados com algumas lideranças terroristas, alguns conhecidos como gente que provocou atentados no passado e matou gente, era gente que sabia o que estava fazendo, eram adultos, gente que sabia do risco que estava correndo. Um risco alto. se alguém achou que era uma brincadeira, descobriu que não, ninguém está brincando. Nem o Hamas, nem Israel.
Por que nao aceitar que a ajuda humanitária passasse por verificaçao em Ashdod? Ou alguem acha que Israel nao suspeita de bombas em meio a cadeiras de rodas, alimentos e etc.? Se nao havia nada de armamentos lá, por que nao passar por uma verificaçao, como se faz, aliás, sempre que se cruzam fronteiras, nos aeroportos, portos e fronteiras terrestres no mundo inteiro. Cruzaram fronteiras? Mostrem que estao cruzando de boa fé.
Mas o intuito nao era ajudar Gaza. O intuito era demonizar Israel. Conseguiram, a custa de vidas. Mas eu não diria vidas inocentes. Crianças... ei, você colocaria seu filho num tour hoje para Gaza? de jeito nenhum. adultos assumem seus riscos, mas colocar crianças nisso seria irresponsabilidade demais.
Seja como for, isso é lamentável, chocante, e levará a mais ódio e mais morte. Exatamente o que o Hamas queria.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Kassams de Gaza - começou de novo
Acaba de sair lançado outro míssil Kassam de Gaza sobre as cidades vizinhas em Israel. Ontem foram 5 Kassams. Na semana passada um missil Kassam matou um trabalhador tailandês em Israel.
Faz pouco mais de um ano da operação Ferro Fundido, empreendida por Israel para deter os mísseis Kassam, que chegavam a ser mais de 100 (c-e-m) por dia, durante uns 5 anos.
Acaba de sair lançado outro míssil Kassam de Gaza sobre as cidades vizinhas em Israel. Ontem foram 5 Kassams. Na semana passada um missil Kassam matou um trabalhador tailandês em Israel.
Faz pouco mais de um ano da operação Ferro Fundido, empreendida por Israel para deter os mísseis Kassam, que chegavam a ser mais de 100 (c-e-m) por dia, durante uns 5 anos.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Uma canção para os soldados israelenses
Compartilho com vocês a letra de uma canção do rabino Shlomo Aviner. Embora não concorde com todos os aspectos da letra, gostei do geral, - entender que todos soldados, em última instância, são pessoas, independente de orientação religiosa, posicionamento político ou o que seja. Me pareceu uma forma interessante, durante o último conflito com o Hamas, de dar força aos soldados de Israel, do que apelar para questões de superstição.
Uma canção para os soldados israelenses
Shlomo Aviner
Tradução: Uri Lam
A letra da canção de Rav Aviner em hebraico pode ser encontrada em
http://video.maale.org.il/blog/show.php?id=782&type=blog
O chefe de unidade é industrial.
O chefe de regimento é engenheiro.
O chefe de companhia é guia florestal.
O chefe de pelotão cumpre serviço militar obrigatório.
O sargento major vende livros sagrados.
O sargento é carpinteiro.
O líder de esquadra atualmente está desempregado.
E o profissional está aposentado.
Mas todos são excelentes soldados, que marcham lentamente no silêncio da noite.
Entram em território inimigo sem medo
para empreender uma guerra por nosso país
Como seus pais fizeram por eles.
O chefe de unidade tem dor nas costas.
O chefe de regimento tem colesterol alto.
O chefe de companhia tem problemas digestivos.
O chefe de pelotão parece não estar bem.
O sargento major tem problemas com os olhos.
O sargento tem dificuldade para dormir.
O líder de esquadra está com coceira.
E o profissional tem calos nos pés.
Mas todos são excelentes soldados, que passam lentamente despercebidos na escuridão.
Entram em território inimigo, esquecendo-se do quanto são mimados e sensíveis
Se enchem todo dia de gotas, óleos e comprimidos
e de repente ficam saudáveis de novo.
E estes homens que têm medo de injeções e dentistas,
de repente se tornam corajosos. Eles não têm medo de nada.
Eles fazem tudo o que precisa ser feito,
porque deve se fazer o que é preciso fazer.
Eles não pensam em si mesmos, mas no seu país,
porque basta de toda esta bagunça.
E temos que agir para proteger nosso país agora,
e este é só o começo.
O chefe de unidade é um esquerdista contra os assentamentos.
O chefe de regimento é um colono dos assentamentos.
O chefe de companhia vota no partido de centro.
O chefe de pelotão é um religioso-sionista indeciso entre dois partidos.
O sargento major é ultra-ortodoxo. O sargento é socialista.
O líder de esquadra vota em todos os partidos.
E o profissional ainda não se decidiu.
Mas todos são excelentes soldados,
que marcham silenciosamente na escuridão da noite.
Sob a lua sorridente, com preparo e força.
E as mesmas pessoas que não concordam em nada sobre política e religião
De repente se tornam irmãos. Irmãos em armas e irmãos na batalha.
Que se sacrificam uns pelos outros de coração e alma.
De repente todo mundo concorda que a melhor coisa que temos
é o nosso país e o exército que nos defende.
E eles estão prontos para derrotar completamente o inimigo,
de uma vez por todas.
Para que nos deixem em paz.
Compartilho com vocês a letra de uma canção do rabino Shlomo Aviner. Embora não concorde com todos os aspectos da letra, gostei do geral, - entender que todos soldados, em última instância, são pessoas, independente de orientação religiosa, posicionamento político ou o que seja. Me pareceu uma forma interessante, durante o último conflito com o Hamas, de dar força aos soldados de Israel, do que apelar para questões de superstição.
Uma canção para os soldados israelenses
Shlomo Aviner
Tradução: Uri Lam
A letra da canção de Rav Aviner em hebraico pode ser encontrada em
http://video.maale.org.il/blog/show.php?id=782&type=blog
O chefe de unidade é industrial.
O chefe de regimento é engenheiro.
O chefe de companhia é guia florestal.
O chefe de pelotão cumpre serviço militar obrigatório.
O sargento major vende livros sagrados.
O sargento é carpinteiro.
O líder de esquadra atualmente está desempregado.
E o profissional está aposentado.
Mas todos são excelentes soldados, que marcham lentamente no silêncio da noite.
Entram em território inimigo sem medo
para empreender uma guerra por nosso país
Como seus pais fizeram por eles.
O chefe de unidade tem dor nas costas.
O chefe de regimento tem colesterol alto.
O chefe de companhia tem problemas digestivos.
O chefe de pelotão parece não estar bem.
O sargento major tem problemas com os olhos.
O sargento tem dificuldade para dormir.
O líder de esquadra está com coceira.
E o profissional tem calos nos pés.
Mas todos são excelentes soldados, que passam lentamente despercebidos na escuridão.
Entram em território inimigo, esquecendo-se do quanto são mimados e sensíveis
Se enchem todo dia de gotas, óleos e comprimidos
e de repente ficam saudáveis de novo.
E estes homens que têm medo de injeções e dentistas,
de repente se tornam corajosos. Eles não têm medo de nada.
Eles fazem tudo o que precisa ser feito,
porque deve se fazer o que é preciso fazer.
Eles não pensam em si mesmos, mas no seu país,
porque basta de toda esta bagunça.
E temos que agir para proteger nosso país agora,
e este é só o começo.
O chefe de unidade é um esquerdista contra os assentamentos.
O chefe de regimento é um colono dos assentamentos.
O chefe de companhia vota no partido de centro.
O chefe de pelotão é um religioso-sionista indeciso entre dois partidos.
O sargento major é ultra-ortodoxo. O sargento é socialista.
O líder de esquadra vota em todos os partidos.
E o profissional ainda não se decidiu.
Mas todos são excelentes soldados,
que marcham silenciosamente na escuridão da noite.
Sob a lua sorridente, com preparo e força.
E as mesmas pessoas que não concordam em nada sobre política e religião
De repente se tornam irmãos. Irmãos em armas e irmãos na batalha.
Que se sacrificam uns pelos outros de coração e alma.
De repente todo mundo concorda que a melhor coisa que temos
é o nosso país e o exército que nos defende.
E eles estão prontos para derrotar completamente o inimigo,
de uma vez por todas.
Para que nos deixem em paz.
Mas todos são excelentes soldados, que marcham lentamente no silêncio da noite.
Entram em território inimigo com coragem e determinação, para defender o seu país.
A guerra, por enquanto, terminou. espero que não volte, mas nunca se sabe
Hoje o ex-rabino-chefe Mordechai Eliahu disse (publicado no jornal israelense Yediot Acharonot) que "foi ele quem pediu para que Raquel, nossa matriarca, defendesse nossos soldados em Gaza" (sobre uma história que circula sobre a Matriarca Raquel ter aparecido para alguns soldados, como uma velha senhora, e ter salvado as vidas deles ao adverti-los para não entrar em uma casa cheia de explosivos, na última guerra contra o Hamas.
Com todo o respeito ao rabino, só posso dizer: oi vei!!! As coisas que precisamos ouvir (ou ler).
Mas não estou sozinho diante desta história. Um rabino ortodoxo, Shlomo Aviner, respondeu que não era possível acreditar em qualquer coisa que nos dizem, que Raquel está sempre conosco e que não precisa aparecer para alguns como prova de sua existência. E por que não apareceu e salvou outros soldados que tombaram na guerra?
Enfim, torço para que o bom senso prevaleça, caso não queiramos agora ter a "nossa matriarca aparecida", com todo respeito à matriarca Raquel, a amada esposa de Jacob. Coragem e fé sim, superstições não. Eu acho mais do que saudável ter soldados com fé em Deus e buscarem a Sua proteção. Mas devemos destacar a coragem deles em entrar em um guerra para defender os cidadãos do seu país, Ponto. Tenho fé em Deus e confiança nos soldados de Israel.
Hoje o ex-rabino-chefe Mordechai Eliahu disse (publicado no jornal israelense Yediot Acharonot) que "foi ele quem pediu para que Raquel, nossa matriarca, defendesse nossos soldados em Gaza" (sobre uma história que circula sobre a Matriarca Raquel ter aparecido para alguns soldados, como uma velha senhora, e ter salvado as vidas deles ao adverti-los para não entrar em uma casa cheia de explosivos, na última guerra contra o Hamas.
Com todo o respeito ao rabino, só posso dizer: oi vei!!! As coisas que precisamos ouvir (ou ler).
Mas não estou sozinho diante desta história. Um rabino ortodoxo, Shlomo Aviner, respondeu que não era possível acreditar em qualquer coisa que nos dizem, que Raquel está sempre conosco e que não precisa aparecer para alguns como prova de sua existência. E por que não apareceu e salvou outros soldados que tombaram na guerra?
Enfim, torço para que o bom senso prevaleça, caso não queiramos agora ter a "nossa matriarca aparecida", com todo respeito à matriarca Raquel, a amada esposa de Jacob. Coragem e fé sim, superstições não. Eu acho mais do que saudável ter soldados com fé em Deus e buscarem a Sua proteção. Mas devemos destacar a coragem deles em entrar em um guerra para defender os cidadãos do seu país, Ponto. Tenho fé em Deus e confiança nos soldados de Israel.
sábado, 17 de janeiro de 2009
continuam caindo mísseis em Beer-Sheva e Ashdod.
Enquanto Israel anuncia Cessar-Fogo unilateral, 17 mísseis ou morteiros caíram até agora, hoje, na região - três no últimos minutos, já depois do anúncio israelense. Por conta dos mísseis há interrupção de transmissão elétrica em alguns pontos de Beer-Sheva.
Enquanto Israel anuncia Cessar-Fogo unilateral, 17 mísseis ou morteiros caíram até agora, hoje, na região - três no últimos minutos, já depois do anúncio israelense. Por conta dos mísseis há interrupção de transmissão elétrica em alguns pontos de Beer-Sheva.
Anúncio de cessar-fogo unilateral por Israel
Agora Ehud Barak diz que a partir das 2 da manhã (10 da noite, horário de Brasília), Israel inicia o cessar-fogo unilateral. No entanto o Hamas deve continuar com seus ataques. Se isso continuar, o Exército de israel reagirá. Não se saiu à guerra a toa, à guerra se sai somente quando é extremamente necessário, pois os resultados são sempre terríveis, mas há limites para a paciência. Elogia o trabalho das forças aéreas e em terra, e do serviço de inteligência, que fizeram seu trabalho de forma perfeita - não há como eles, pois o Hamas recebeu um duro golpe. Lamenta que 1.200 palestinos morreram, mas enfatriza que entre eles foram mortos centenas de terroristas do Hamas.
Barak fala o nome de cada soldado que morreu em combate, e de cada habitante de Israel que foi morto por mísseis ou morteiros. Não há preço para cada pessoa que morreu: cada pessoa é um mundo em si mesmo. Deseja aos feridos força e coragem. Comenta que foi feito todo o possível para não atingir habitantes civis em gaza, e que se o Hamas não os utilizasse como escudos humanos, muitas mortes poderiam ter sido evitadas. Mais de meio milhão de telefonemas foram feitos aos habitantes para que se afastassem do local de guerra, além de milhares e milhares de folhetos lançados pelas forças aéreas com a mesma advertência.
Elogia as famílias dos soldados, que não dormiram e cerraram os dentes, o que ao contrário de enfraquecer os soldados, lhes deu forças para continuarem em sua missão. Os cidadãos que eram atacados e passaram seus dias em abrigos antiaéreos deram forças à missão, e a esperança de se retornar a uma vida no estado de Israel em paz e segurança.
Sobre Gilad Shalit: estamos concentrados em trazê-lo de volta para casa. Ainda não há notícias sobre isso, mas ele promete que irão trazê-lo são e salvo para casa.
Agradece ao pimeiro ministro Olmert e à premier Tzipi Livni, em nome de cada cidadão do país. Gostaria de que não houvesse mais guerras, mas Hamas, Hizbolá, Síria, Irã, ainda não permitem que isso ocorra.
E sempre se fará o que é necessário para que todo cidadão israelense tenha o que todo cidadão do mundo merece: paz e segurança.
Agora Ehud Barak diz que a partir das 2 da manhã (10 da noite, horário de Brasília), Israel inicia o cessar-fogo unilateral. No entanto o Hamas deve continuar com seus ataques. Se isso continuar, o Exército de israel reagirá. Não se saiu à guerra a toa, à guerra se sai somente quando é extremamente necessário, pois os resultados são sempre terríveis, mas há limites para a paciência. Elogia o trabalho das forças aéreas e em terra, e do serviço de inteligência, que fizeram seu trabalho de forma perfeita - não há como eles, pois o Hamas recebeu um duro golpe. Lamenta que 1.200 palestinos morreram, mas enfatriza que entre eles foram mortos centenas de terroristas do Hamas.
Barak fala o nome de cada soldado que morreu em combate, e de cada habitante de Israel que foi morto por mísseis ou morteiros. Não há preço para cada pessoa que morreu: cada pessoa é um mundo em si mesmo. Deseja aos feridos força e coragem. Comenta que foi feito todo o possível para não atingir habitantes civis em gaza, e que se o Hamas não os utilizasse como escudos humanos, muitas mortes poderiam ter sido evitadas. Mais de meio milhão de telefonemas foram feitos aos habitantes para que se afastassem do local de guerra, além de milhares e milhares de folhetos lançados pelas forças aéreas com a mesma advertência.
Elogia as famílias dos soldados, que não dormiram e cerraram os dentes, o que ao contrário de enfraquecer os soldados, lhes deu forças para continuarem em sua missão. Os cidadãos que eram atacados e passaram seus dias em abrigos antiaéreos deram forças à missão, e a esperança de se retornar a uma vida no estado de Israel em paz e segurança.
Sobre Gilad Shalit: estamos concentrados em trazê-lo de volta para casa. Ainda não há notícias sobre isso, mas ele promete que irão trazê-lo são e salvo para casa.
Agradece ao pimeiro ministro Olmert e à premier Tzipi Livni, em nome de cada cidadão do país. Gostaria de que não houvesse mais guerras, mas Hamas, Hizbolá, Síria, Irã, ainda não permitem que isso ocorra.
E sempre se fará o que é necessário para que todo cidadão israelense tenha o que todo cidadão do mundo merece: paz e segurança.
ANÚNCIO DE CESSAR-FOGO UNILATERAL POR ISRAEL
obs.: O que escrevo aqui é o que eu pessoalmente pude pegar da transmissão ao vivo pela TV israelense, sem qualquer edição.
Neste instante, exatamente, Olmert se dirige na TV aos jornalistas e à população para anunciar o Cessar-Fogo. Na reunião, dois ministros votaram contra, e parece que três a favor, além de uma abstenção. Olmert diz que foram criadas as condições para o cessar-fogo unilateral, e descreve como isso foi alcançado. Considera-se que o Hamas recebeu um duro golpe em nível militar e governamental por um bom tempo. Agora ele elogia os soldados e os reservistas, por sua dedicação e voluntarismo para proteger 1 milhão de habitantes de Israel dos ataques constantes do Hamas. Ele lembra agora também os soldados que caíram no conflito e os habitantes atingidos por mísseis e morteiros lançados de Gaza. Dadas as condições de impedir o contrabando de armas (via túneis) enviadas por Síria e Irã.
Comenta ter recebido cartas dos líderes de França, Alemanha, Inglaterra e Itália. (amanhã devem vir a Jerusalém, pelo que entendi todos estes líderes, além do presidente Hosni Mubarak, do Egito, e do presidente Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina). O governo decidiu - deixando claro que em 2005 Israel deixou cad - sujeito a correções e confirmações - a milímetro de Gaza e não tem qq intenção de voltar a ocupá-la. Mas neste tempo o Hamas, de forma extremista e com apoio do Irã, armou-se e passou a atacar Israel. Nesta guerra, eles foram surpreendidos e derrotados.
Enfatiza que nada tem contra a população de Gaza, pelo contrário; espera que no futuro possamos viver lado a lado em paz.
Hoje, depois de reunião governamental e seguindo a proposta egípcia para uma solução ao conflito, decidiu-se pelo cessar-fogo. O Hamas não faz parte do acordo. se nossos inimigos decidirem continuar com seus ataques, Israel se vê no direito de retomar a missão em Gaza. Se o Hamas insistir, será surpreendido de novo; ele aconselha o Hamas a não tentar experimentar se Israel voltará a reagir ou não.
Sobre o soldado sequestrado pelo Hamas, Gilad Shalit: continua-se tentando trazê-lo de volta para casa. Gilad continua no centro das atenções do governo de Israel.
Aos habitantes de Gaza: não odiamos vocês. não queremos atingir vocês. Lamentamos profundamente todos os que morreram. O sofrimento de vocês é terrivel. Lamentamos profundamente o sofrimento que causamos a vocês. No acordo com o Egito, ninguém garantiu que o Hamas interromperá seus ataques. O sofrimento dos civis de Gaza é responsabilidade do Hamas.
Agora agradece aos soldados de Israel, ao ministro da segurança Ehud Barak, à polícia israelense e a demais líderes militares. Agradece ao povo de Israel pela solidariedade social que ocorreu nas últimas semanas. Termina dizendo que esta é a esperança no futuro de Israel, de tempos melhores.
O jornalista comenta que fica claro que há um cessar-fogo, desde que o Hamas cesse seus agtaques - caso contrário, Israel retomará à ação por meio de seu exército de defesa. Mostra-se na TV manifestação de jovens com faixas dizendo que não se pode terminar o conflito sem trazer Gilad Shalit de volta para casa.
obs.: O que escrevo aqui é o que eu pessoalmente pude pegar da transmissão ao vivo pela TV israelense, sem qualquer edição.
Neste instante, exatamente, Olmert se dirige na TV aos jornalistas e à população para anunciar o Cessar-Fogo. Na reunião, dois ministros votaram contra, e parece que três a favor, além de uma abstenção. Olmert diz que foram criadas as condições para o cessar-fogo unilateral, e descreve como isso foi alcançado. Considera-se que o Hamas recebeu um duro golpe em nível militar e governamental por um bom tempo. Agora ele elogia os soldados e os reservistas, por sua dedicação e voluntarismo para proteger 1 milhão de habitantes de Israel dos ataques constantes do Hamas. Ele lembra agora também os soldados que caíram no conflito e os habitantes atingidos por mísseis e morteiros lançados de Gaza. Dadas as condições de impedir o contrabando de armas (via túneis) enviadas por Síria e Irã.
Comenta ter recebido cartas dos líderes de França, Alemanha, Inglaterra e Itália. (amanhã devem vir a Jerusalém, pelo que entendi todos estes líderes, além do presidente Hosni Mubarak, do Egito, e do presidente Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina). O governo decidiu - deixando claro que em 2005 Israel deixou cad - sujeito a correções e confirmações - a milímetro de Gaza e não tem qq intenção de voltar a ocupá-la. Mas neste tempo o Hamas, de forma extremista e com apoio do Irã, armou-se e passou a atacar Israel. Nesta guerra, eles foram surpreendidos e derrotados.
Enfatiza que nada tem contra a população de Gaza, pelo contrário; espera que no futuro possamos viver lado a lado em paz.
Hoje, depois de reunião governamental e seguindo a proposta egípcia para uma solução ao conflito, decidiu-se pelo cessar-fogo. O Hamas não faz parte do acordo. se nossos inimigos decidirem continuar com seus ataques, Israel se vê no direito de retomar a missão em Gaza. Se o Hamas insistir, será surpreendido de novo; ele aconselha o Hamas a não tentar experimentar se Israel voltará a reagir ou não.
Sobre o soldado sequestrado pelo Hamas, Gilad Shalit: continua-se tentando trazê-lo de volta para casa. Gilad continua no centro das atenções do governo de Israel.
Aos habitantes de Gaza: não odiamos vocês. não queremos atingir vocês. Lamentamos profundamente todos os que morreram. O sofrimento de vocês é terrivel. Lamentamos profundamente o sofrimento que causamos a vocês. No acordo com o Egito, ninguém garantiu que o Hamas interromperá seus ataques. O sofrimento dos civis de Gaza é responsabilidade do Hamas.
Agora agradece aos soldados de Israel, ao ministro da segurança Ehud Barak, à polícia israelense e a demais líderes militares. Agradece ao povo de Israel pela solidariedade social que ocorreu nas últimas semanas. Termina dizendo que esta é a esperança no futuro de Israel, de tempos melhores.
O jornalista comenta que fica claro que há um cessar-fogo, desde que o Hamas cesse seus agtaques - caso contrário, Israel retomará à ação por meio de seu exército de defesa. Mostra-se na TV manifestação de jovens com faixas dizendo que não se pode terminar o conflito sem trazer Gilad Shalit de volta para casa.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Uma "pequena" diferença de abordagem
Enquanto a UOL publica que Israel, ao bombardear um edifício da ONU, destaca que queimam todas as provisões (alimentos) enviados nos últimos dias, armazenados ali (como se Israel propositadamente quisesse incinerar a ajuda humanitária da forma a mais desumana possível), o Estadão dá outra face da notícia: O Hamas abriu fogo de dentro do edifício da ONU, e as forças israelenses revidaram, causando o incêndio. Então a culpa é de Israel. É óbvio que é lamentável, horroroso, os alimentos serem queimados. Mas me parece óbvio também que o ataque não foi contra as provisões, mas contra os terroristas do Hamas. Que, ao contrário do que diz a ONU, usam sim seus edifícios - além de escolas, casas de gente comum, hospitais e mesquitas - como salvaguarda contra ataques israelenses.
Com toda a destruição, não faltam notícias de soldados israelenses da força aérea que afirmaram não terem atirado sempre que receberam ordens para fazer, pois buscaram evitar mais mortes de civis, ainda que assim deixassem de atacar os soldados do Hamas enfurnados entre a população civil.
Enfim, esta é a UOL (com a justa e honrosa posição da Veja). Da Istoé nem falar.
Enquanto a UOL publica que Israel, ao bombardear um edifício da ONU, destaca que queimam todas as provisões (alimentos) enviados nos últimos dias, armazenados ali (como se Israel propositadamente quisesse incinerar a ajuda humanitária da forma a mais desumana possível), o Estadão dá outra face da notícia: O Hamas abriu fogo de dentro do edifício da ONU, e as forças israelenses revidaram, causando o incêndio. Então a culpa é de Israel. É óbvio que é lamentável, horroroso, os alimentos serem queimados. Mas me parece óbvio também que o ataque não foi contra as provisões, mas contra os terroristas do Hamas. Que, ao contrário do que diz a ONU, usam sim seus edifícios - além de escolas, casas de gente comum, hospitais e mesquitas - como salvaguarda contra ataques israelenses.
Com toda a destruição, não faltam notícias de soldados israelenses da força aérea que afirmaram não terem atirado sempre que receberam ordens para fazer, pois buscaram evitar mais mortes de civis, ainda que assim deixassem de atacar os soldados do Hamas enfurnados entre a população civil.
Enfim, esta é a UOL (com a justa e honrosa posição da Veja). Da Istoé nem falar.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Publicado no site da Federação Israelita do Estado de São Paulo
Líderes Religiosos reafirmam compromisso com a Paz
Preocupados com a crescente escalada do conflito no Oriente Médio, nós, líderes religiosos, unimo-nos para pedir o estabelecimento e a manutenção da paz na região.
Reafirmamos nossa opção pelo diálogo entre as partes como caminho para a solução do conflito.
No Brasil, os representantes das diferentes comunidades contam com um canal permanentemente aberto de conversação. Desejamos que a relação fraterna entre povos de diferentes credos e culturas que se desenvolveu com mais intensidade nas últimas décadas em solo brasileiro se fortaleça, cada vez mais, e sirva de inspiração para outras sociedades ameaçadas em sua convivência pacífica.
Com desejos de Paz, Salam e Shalom!
Dom Raymundo Damasceno Assis Presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino Americano)
Padre José Bizon Casa da Reconciliação
Armando Hussein Saleh Xeique Missionário pela Paz Mundial
Bayram Dagdeviren Comunidade Turca no Brasil
Ruben Sternschein e Michel Schlesinger Rabinos da Congregação Israelita Paulista
Monja Coen Comunidade Zen Budista
Reverendo Gustavo Alberto C. Pinto Monge Budista da Tradição Terra Pura
Iya Sandra Epega Sacerdotisa da Tradição de Orixá
Líderes Religiosos reafirmam compromisso com a Paz
Preocupados com a crescente escalada do conflito no Oriente Médio, nós, líderes religiosos, unimo-nos para pedir o estabelecimento e a manutenção da paz na região.
Reafirmamos nossa opção pelo diálogo entre as partes como caminho para a solução do conflito.
No Brasil, os representantes das diferentes comunidades contam com um canal permanentemente aberto de conversação. Desejamos que a relação fraterna entre povos de diferentes credos e culturas que se desenvolveu com mais intensidade nas últimas décadas em solo brasileiro se fortaleça, cada vez mais, e sirva de inspiração para outras sociedades ameaçadas em sua convivência pacífica.
Com desejos de Paz, Salam e Shalom!
Dom Raymundo Damasceno Assis Presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino Americano)
Padre José Bizon Casa da Reconciliação
Armando Hussein Saleh Xeique Missionário pela Paz Mundial
Bayram Dagdeviren Comunidade Turca no Brasil
Ruben Sternschein e Michel Schlesinger Rabinos da Congregação Israelita Paulista
Monja Coen Comunidade Zen Budista
Reverendo Gustavo Alberto C. Pinto Monge Budista da Tradição Terra Pura
Iya Sandra Epega Sacerdotisa da Tradição de Orixá
sábado, 10 de janeiro de 2009
MANIFESTAÇÃO PÚBLICA EM TEL AVIV
HAVERÁ MANIFESTAÇÃO CONTRA A ESCANDALOSA E OBSCENA PUBLICAÇÃO CONTRA ISRAEL, EM TERMOS INJURIOSOS, FEITA PELO PRESIDENTE DO PT.
SERÁ NA FRENTE A EMBAIXADA DO BRASIL, EM TEL AVIV.
2A FEIRA, 12 DE JANEIRO, ÀS 18:00 HORAS.
CONSELHO DE CIDADÃOS BRASILEIROS EM ISRAEL
CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA ISRAEL - BRASIL
CENTRO CULTURAL ISRAEL - BRASIL
HAVERÁ MANIFESTAÇÃO CONTRA A ESCANDALOSA E OBSCENA PUBLICAÇÃO CONTRA ISRAEL, EM TERMOS INJURIOSOS, FEITA PELO PRESIDENTE DO PT.
SERÁ NA FRENTE A EMBAIXADA DO BRASIL, EM TEL AVIV.
2A FEIRA, 12 DE JANEIRO, ÀS 18:00 HORAS.
CONSELHO DE CIDADÃOS BRASILEIROS EM ISRAEL
CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA ISRAEL - BRASIL
CENTRO CULTURAL ISRAEL - BRASIL
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Nota da FISESP, FEDERAÇÃO ISRAELITA DO ESTADO DE SÃO PAULO
ao se posicionar sobre a nota do PT
São Paulo, 06 de janeiro de 2009
A Federação Israelita do Estado de São Paulo, entidade que representa a comunidade judaica do referido estado, recebeu com indignação a nota do Partido dos Trabalhadores (PT) relativa ao conflito no Oriente Médio.
Em primeiro lugar, jamais este partido se manifestou contra os ataques do grupo terrorista Hamas contra o território israelense, que acontecem há anos, inclusive durante o cessar-fogo, que jamais foi respeitado por esta milícia.
Jamais este partido se manifestou contra o assassinato de 400 civis em apenas dois dias no Congo, nem com a "limpeza étnica" que vitimou mais de 100 mil pessoas em Darfur.
Israel, como um país soberano tem todo o direito de se defender de ataques terroristas. Israel não atacou os palestinos.
O sul de Israel vem sendo quase ininterruptamente bombardeado pelos Hamas há 7 anos e o Exército não tem respondido para evitar congelar os progressos nos acordos de paz realizados com a Autoridade Palestina (oposição do Hamas). Israel retirou-se da Faixa de Gaza há 3 anos num gesto de paz e os ataques pioraram, pois o Hamas ficou mais próximo da fronteira israelense. Após uma breve trégua utilizada pelo Hamas para se fortalecer e se armar, os ataques palestinos se intensificaram. Nestas circunstâncias Israel iniciou o contra-ataque atual para evitar os lançamentos de mísseis. Qualquer país no mundo faria o mesmo para se defender, no entanto, todos condenam Israel com o termo "Nazistas" ou "Massacre" num claro jogo sujo e baixo de desinformação e manipulação.
Convocar seus militantes a se manifestarem causando a importação do conflito é um erro crasso. O PT, como partido que governa este país, em seus 30 anos de existência deveria se preocupar mais em contribuir para um processo de paz duradouro e eficaz na região ao invés de jogar gasolina em uma história que desconhece.
ao se posicionar sobre a nota do PT
São Paulo, 06 de janeiro de 2009
A Federação Israelita do Estado de São Paulo, entidade que representa a comunidade judaica do referido estado, recebeu com indignação a nota do Partido dos Trabalhadores (PT) relativa ao conflito no Oriente Médio.
Em primeiro lugar, jamais este partido se manifestou contra os ataques do grupo terrorista Hamas contra o território israelense, que acontecem há anos, inclusive durante o cessar-fogo, que jamais foi respeitado por esta milícia.
Jamais este partido se manifestou contra o assassinato de 400 civis em apenas dois dias no Congo, nem com a "limpeza étnica" que vitimou mais de 100 mil pessoas em Darfur.
Israel, como um país soberano tem todo o direito de se defender de ataques terroristas. Israel não atacou os palestinos.
O sul de Israel vem sendo quase ininterruptamente bombardeado pelos Hamas há 7 anos e o Exército não tem respondido para evitar congelar os progressos nos acordos de paz realizados com a Autoridade Palestina (oposição do Hamas). Israel retirou-se da Faixa de Gaza há 3 anos num gesto de paz e os ataques pioraram, pois o Hamas ficou mais próximo da fronteira israelense. Após uma breve trégua utilizada pelo Hamas para se fortalecer e se armar, os ataques palestinos se intensificaram. Nestas circunstâncias Israel iniciou o contra-ataque atual para evitar os lançamentos de mísseis. Qualquer país no mundo faria o mesmo para se defender, no entanto, todos condenam Israel com o termo "Nazistas" ou "Massacre" num claro jogo sujo e baixo de desinformação e manipulação.
Convocar seus militantes a se manifestarem causando a importação do conflito é um erro crasso. O PT, como partido que governa este país, em seus 30 anos de existência deveria se preocupar mais em contribuir para um processo de paz duradouro e eficaz na região ao invés de jogar gasolina em uma história que desconhece.
PT volta ao seu Passado Truculento, companheiros
nota do PT
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PT condena terrorismo de Estado do governo de Israel contra o povo palestino
Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado. Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques. Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso. O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques. Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial. O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo. O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina.
Ricardo Berzoini Presidente nacional do PT
Valter Pomar Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores
nota do PT
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PT condena terrorismo de Estado do governo de Israel contra o povo palestino
Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado. Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques. Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso. O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques. Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial. O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo. O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina.
Ricardo Berzoini Presidente nacional do PT
Valter Pomar Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores
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