domingo, 3 de maio de 2009


O CORINGÃO VOLTOU!!!! O CORINGÃO VOLTOU!!!

CAMPEÃO INVICTO 2009 (INVICTO 1914-1918-1921?-1938-2009)
36 VEZES CAMPEÃO PAULISTA
MELHOR DEFESA, MELHOR TIME... CAMPEÃO DOS CAMPEÕES!!!

Manifestação em Israel contra visita de Ahmadinejad ao Brasil
Está marcada para esta
TERÇA FEIRA, 5 DE MAIO, ÀS 19:00H
NA FRENTE DA EMBAIXADA DO BRASIL EM TEL AVIV, YEHUDA LEVI, 23.

Ato contra visita de Ahmadinejad reúne cerca de mil em SP
(há quem diga que chegou a 2 mil - Uri)
fonte: site Terra
Vagner Magalhães, Direto de São Paulo
O ato promovido pela Juventude Judaica Organizada contra a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, reuniu cerca de mil pessoas na praça Marechal Cordeiro de Farias, popularmente conhecida como praça dos Arcos, na esquina da avenida Angélica com a avenida Paulista, região central de São Paulo.
No local, foi montado um palanque onde representantes do judaísmo, de homossexuais e grupos de defesa dos direitos humanos e da mulher discursaram contra a vida do presidente do Irã ao Brasil.
O presidente do Irã chega a Brasília na próxima quarta-feira, para um encontro com Luíz Inácio Lula da Silva. Ahmadinejad será acompanhado por uma comitiva de 200 pessoas - o maior grupo que acompanhou o presidente iraniano ao exterior, segundo a embaixada.
Em uma conferência das Nações Unidas (ONU) sobre o racismo, o presidente Ahmadinejad descreveu o governo de Israel como "racista" e o Holocausto como "pretexto" para proteger os judeus.
Um dos discursos mais inflamados foi o do secretário municipal de Esportes de São Paulo, Walter Feldman. Em sua fala - muito aplaudida -, ele afirmou que uma pessoa que questiona o holocausto não pode ser bem recebida no Brasil.
"O povo iraniano se vê sufocado. Esse povo precisa de apoio mundial. A visita do presidente do Irã ao Brasil é um equívoco nas relações internacionais do País", afirmou Feldman. "É inaceitável um governo vindo de origem de perdas (em referêmcia ao presidente Lula) receber alguém que não respeita os direitos humanos, a liberade e a democracia. Somos a maioria. O mundo é a maioria."
O presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Gilberto Ventura, afirmou que não entende o que faz o presidente Lula receber uma pessoa desrespeitada em todas as partes do mundo. "Ele é um falastrão. Uma pessoa que nega o holocausto", disse. "O Lula não pode se sentar ao lado de um beligerante tirano."
O rabino Henry Isaac Sobel, ex-presidente da Congregação Israelita Paulista (CIP), afirmou que "a vinda de Ahmadinejad é uma ofensa frontal à comunidade judaica". "É uma pessoa que não merece nenhuma acolhida do Planalto", completou.
"Não se pode admitir a presença dele aqui no Brasil. Uma pessoa que persegue os homossexuais em seu país não é digna de ser recebida pelo presidente do Brasil", protestou o representante dos homossexuais judeus Ari Teperman.
Além do ato, a comunidade judaica levou várias faixas e cartazes com dizeres contra o presidente iraniano.


Holocausto: a desfaçatez da visita de Ahmadinejad
Fabio Feldmann, de São Paulo
fonte: site Terra
O Brasil receberá em visita oficial o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, nos próximos dias, como parte de sua estratégia de angariar apoio para a sua integração como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
É impossível deixar de condenar com veemência esta visita oficial depois do pronunciamento do presidente do Irã na abertura da Conferência Mundial sobre o Racismo ocorrida em Genebra no dia 20 deste mês, no qual o mesmo fez um pronunciamento contra o governo de Israel, afirmando que se trata de um Estado criado depois do final da Segunda Guerra Mundial, em que os aliados recorreram à agressão militar para tirar as terras de uma nação inteira com o pretexto do sofrimento judeu. Segundo ele, "Enviaram imigrantes da Europa, dos Estados Unidos para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada".
O grave em tudo isso é que o presidente do Irã em declarações anteriores negou a existência do Holocausto praticado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, no qual mais de 6 milhões de judeus foram exterminados nas câmaras de gás dos campos de concentração, como Auschwitz, Bergun-belsen, Sachsenhausen, entre tantos outros.
Pessoalmente convivi com muitas pessoas sobreviventes dos campos de concentração, mas por se tratar de acontecimentos ocorridos há algumas décadas certamente nos próximos anos os registros da matança deixarão de contar com testemunhos pessoais, o que exige cada vez mais o repudio a manifestações, por mais absurdas que sejam, que procuram questionar os fatos ocorridos.
O repúdio à presença do presidente do Irã é uma questão crucial no que tange ao respeito da dignidade humana e dos direitos humanos, não sendo uma matéria que afeta unicamente os judeus, até porque ciganos, homossexuais, deficientes mentais, comunistas, socialistas, enfim, milhões de pessoas foram dizimadas pelo regime nazista. No caso dos judeus, a estratégia de extermínio se denominou "solução final", sendo planejada de modo a exterminar todo um povo, incluindo crianças...
Estranho que o Brasil receba o representante do Irã, até mesmo porque pelos critérios dos nazistas os principais dirigentes brasileiros, caso tivessem nascido naquele período na Europa, teriam sido enviados aos campos de concentração e provavelmente teriam o mesmo destino que as vítimas do Holocausto.

Fabio Feldmann é consultor, advogado, administrador de empresas, secretário executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade e fundador da Fundação SOS Mata Atlântica. Foi deputado federal, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Dirige um escritório de consultoria, que trabalha com questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável.
Kol Hakavod à comunidade judaica brasileira por se manifestar - e todos os que defendem a justiça e os direitos humanos: mulheres, ciganos, homossexuais, evangélicos, entre os demais que participaram
Manifestantes protestam contra visita de Ahmadinejad
ADRIANA CHIARINI - Agencia Estado

RIO - Sob o mote "Sr. presidente, explique ao convidado", cerca de mil manifestantes protestaram hoje na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, na zona sul do Rio, contra a visita ao Brasil, na próxima quarta-feira, do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Os participantes alternaram a frase com gritos de "direitos humanos", "mulheres são livres", "homofobia é ignorância", "liberdade de religião", "terrorismo é covarde", "o holocausto existiu", e "o Estado de Israel existe". Vários usavam camisetas ou adereços com alusões às bandeiras do Brasil e de Israel.O protesto foi uma iniciativa de 23 organizações da sociedade civil, 15 delas judaicas. Também participaram associações de direitos humanos, homossexuais, ciganos, religiões afro-brasileiras e mulheres negras, entre outras.No último dia 20, o líder iraniano discursou pedindo o fim do Estado de Israel em conferência da Organização das Nações Unidas contra o racismo, em Genebra. O discurso, em que o presidente também disse que o Holocausto não existiu, foi criticado em nota oficial do governo brasileiro, que, no entanto, manteve o convite a Ahmadinejad por propósitos econômicos. "Quero dizer para todos os democratas que não concordamos com o que o embaixador do Irã (no Brasil, Mohsen Shaterzadeh) disse, que o nosso presidente tem afinidades com Ahmadinejad. Nosso presidente é contra o terrorismo e reconhece o Holocausto", disse um dos organizadores do evento, Jaime Gudel, que perdeu grande parte da família no Holocausto. Shaterzadeh tinha destacado em entrevista à BBC supostas "ideias semelhantes no sentido de criar uma nova ordem mundial" por parte dos dois presidentes.

sexta-feira, 1 de maio de 2009


Ahmadinejad....................Delara Darabi, 20 anos, enforcada hoje, 1º de maio, no Irã
Neste domingo, Lembrem-se de Delara Darabi

Irã executa pena de morte contra Delara Darabi
Delara Darabi tinha 20 anos e foi enforcada.
Este é o link com as pinturas de Delara Darabi durante os anos na fila da morte.
Delara Darabi foi condenada pelo assassinato da prima de seu pai, que ela alega ter sido cometido pelo namorado, Amir Hossein. Como ele tinha 19 anos na época e ela 17, ele a teria convencido a assumir a culpa para livrá-lo da pena de morte, acreditando que ela não poderia ser condenada a este tipo de pena, por ser menor de idade. Delara o fez para tentar salvar o namorado que amava.

Mas no Irã ela não era menor de idade.

Há três anos, Delara aguardava um desfecho para sua situação em uma prisão iraniana, enfrentando condições descritas como "horríveis" por Afshin-Jam. "Em janeiro deste ano ela tentou cortar os pulsos por não agüentar mais a vida dentro da prisão. Ela é constantemente torturada, está deprimida e perdeu muito peso - está com 35 kg", explicou Afshin-Jam.
Delara começou a pintar em sua cela para tentar suportar as condições na prisão e expressar seus sentimentos.

Hoje, 1º de maio, Delara Darabi foi executada por um crime que não cometeu. Foi executada por um governo violentíssimo, com leis absurdas, que tem um presidente que nega o Holocausto, impõe o terror a seu próprio povo e ao mundo. Foi executada, sem receber o aviso obrigatório de 48 horas, e apesar de que a pena poderia ser cumprida até 19 de junho.

Domingo, quem for à Praça dos Arcos, em São Paulo, ou à manifestação no Rio de Janeiro, ou dia 6 em Porto Alegre, ou em Brasília, ou em todo o Brasil, contra o presidente do Irã,
não se esqueçam de Delara Darabi.

Não esqueça: vá!!!


Ainda Rebe Nachman de Breslav - simples e direto
(de um livrinho chamado "A Cadeira Vazia" ou em hebraico הכיסא הריק)
Se você acredita que as coisas podem complicar
acredite que também é possível consertá-las.

Se você acredita que é possível ferir
acredite que também é possível curar.

Lembre-se: as coisas podem mudar do pior para o melhor...
em um piscar de olhos.

שבת שלום